Postado em
01 de
fevereiro de
2010,
segunda-feira.
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A leitora e artista plástica Janice Paganelli manda para o blog fotos denúncia de pilhagem predatória de ovos de tartarugas marinhas, que acontece nas praias da Costa Rica, na América Central, local onde a polícia ambiental parece não existir.
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O crime ambiental é provocado pelo mercado para ovos de tartaruga, considerados afrodisíacos, existente por lá.
Felizmente, no Brasil, temos o projeto Tamar, já há 30 anos em diversas praias, patrocinado pela Petrobrás e encampado pelo Ibama.
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O projeto Tamar remonta aos anos 70 do século 20, e tem hoje 22 bases no extenso litoral do Brasil. Lugares tão diversos como a praia de Almofala, no Ceará, o Atol das Rocas, no Rio Grande do Norte, a Ponta dos Mangues no Sergipe, a praia do Forte na Bahia, a ilha da Trindade no Espírito Santo, Ubatuba em SP e a ilha de Santa Catarina.
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Cinco das sete espécies mundiais de tartarugas marinhas habitam o Brasil.
Até nas nossas praias paranaenses, entre os balneários Atami e Shangrilá há áreas de preservação para desova.
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As tartarugas marinhas são uma espécie viva há 150 milhões de anos. Vamos torcer para que evitem as praias da Costa Rica.
Outro risco grave é a morte das tartarugas marinhas por consumo de plásticos não degradáveis que, lançados ao mar por sujismundos, causam confusão às criaturas marinhas que os confundem com algas digeríveis.