O prefeito Beto Richa embarcou ontem para os EUA. Dizem que levou com ele o presidente da Câmara, Cláudio Derosso. Vão ter muita pauta para conversar, lá longe, bem distante. O prefeito vai em busca de energias renováveis e, com certeza, vai ter muito assunto na volta.
Arquivo de
março de 2009
Comitiva empresarial da Fiep vai para a Itália, participar da Cosmoprof Worldwide Bologna - maior feira internacional do mercado de beleza e de cosméticos, até 6 de abril, em Bolonha. Os empresários vão passar bem. Além de berço cultural, Bologna “la dotta e la grassa”, é um centro gastronômico incomparável e grande produtora de sapatos, inclusive os “Magli”. Este ano, a Cosmoprof focaliza a indústria de spa, setor que tem crescido neste mundo a cada dia mais estressado pelas crises e prejuízos. Paralelamente, ali também a Cosmopack, feira dedicada a embalagens, que reúne agências internacionais de design, especializadas na criação e desenvolvimento do produto cosmético. Na cidade de Ferrara, os empresários visitam a Ambrósialab, indústria de matéria prima do setor cosmético. Ferrara tem uma das universidades mais antigas do mundo.
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Custa R$ 39 voar de Campinas ao Rio pela Azul, na compra antecipada. O vôo será diário a partir de abril, saindo de Viracopos às 18 horas e chegando o Rio uma hora mais tarde. Com a vantagem de descer no aeroporto Santos Dumont, mais seguro do que o longínquo Galeão, que obriga seus passageiros a passarem pela zona conflagrada entre a Favela da Maré e os morros do Alemão e da Penha.
Na semana, via internet, a Azul denunciava o que chamou de (sic) “boicote da concorrência que fez publicar nos grandes jornais do Brasil as falsas informações de que o vôo Campinas-Rio custaria R$ 279”.
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Já, Curitiba-Campinas pela Gol pode custar R$ 49, dentro de um programa com regras especiais. A companhia, desde que passou a ter nos embarques funcionários e nos vôos tripulação da antiga Varig, mudou o comportamento para melhor. Agora, a cortesia, sempre uma constante na Varig, também faz parte da Gol. Até no confuso e superado aeroporto de Ezeiza, em Buenos Aires, o embarque pela Gol é mais confortável que o da concorrência.
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Veja aqui um trailer do filme “Austrália”, do diretor Baz Luhrmann, o mesmo de “Moulin Rouge” e “Romeu e Julieta”. No elenco, Nicole Kidman e Hugh Jackman. “Austrália” é uma aventura épica e romântica que se passa no limiar da 2ª Guerra Mundial. Uma aristocrata inglesa (Nicole Kidman) viaja àquele continente distante e lá conhece um vaqueiro rude (Hugh Jackman) e uma encantadora criança aborígine (Brandon Walters). Este trio improvável une forças e embarca numa jornada transformadora, tangendo gado por centenas de quilômetros num dos lugares mais lindos, porém mais impiedosos da face da Terra. Quando seu mundo é destruído por inimigos poderosos, eles precisam tentar se reencontrar em meio ao bombardeio da cidade de Darwin atacada pelas mesmas tropas japonesas que atacaram Pearl Harbor. Neste seu novo filme, o diretor Baz Luhrmann pinta uma vasta tela, criando uma experiência cinematográfica que reúne comédia, romance, drama, aventura e um espetáculo inesquecível.
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A Orquestra Sinfônica do Paraná fez belo concerto no Santuário São Benedito, na Lapa, mostra a foto de César Fonseca. As pequenas cidades merecem toda a atenção cultural do poder público. Lembro que, ao presidir a Fundação Cultural de Curitiba, entre 1997-2000, criei o programa “Curitiba abraça o Paraná”. A iniciativa levou as orquestras da cidade, os livros da coleção “Farol do Saber”, dedicados a autores paranaenses, os CDs de músicas do Paraná, além de trabalhos de artistas plásticos, enfim, todo um acervo possível de transportar para a animação das cidades do interior. Desde a chegada era uma alegria só. A grande maioria das cidades não possuía teatros ou salas de concertos. Lá íamos nós para os salões paroquiais, as igrejas, os clubes. Os músicos faziam concertos didáticos mostrando cada instrumento e o som que ele produzia, cada tonalidade de voz, e explicando as músicas antes de apresentá-las.
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Na Lapa, reabrimos com belo belo espetáculo musical à luz de velas, o Theatro São João. Em Paranaguá, apresentamos com a Orquestra de Câmara de Curitiba, o primeiro grande concerto do compositor parnanguara Brasílio Itiberê, que alguns só conheciam de restritos saraus ao piano. Ali, a orquestra tocou com solo de Moreira Lima. Foi um sucesso. Bom lembrar. Também comemoramos, com concertos, os aniversários de mais de 50 cidades do Paraná. Uma delícia poder compartilhar as alegrias que a música nos traz. A música revoga o pesadelo da vida.
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Dirigido por Walter Carvalho (Cazuza - O Tempo não Pára), e estrelado por Leonardo Medeiros (Não Por Acaso) e Giovanna Antonelli (Caixa Dois), o filme Budapeste estréia a 22 de maio. Filmado no Rio e em Budapeste, o roteiro nos leva a uma fascinante viagem de um homem entre dois continentes, dividido entre o amor e a paixão por duas mulheres. José Costa (Leonardo Medeiros) é um ghost-writer casado com Vanda (Giovanna Antonelli), apresentadora de telejornais, quando conhece Kriska (Gabriella Hãmori), numa escala imprevista, na cidade de Budapeste.
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O Governo Federal, dentre as medidas complementares do novo programa “Minha Casa, Minha Vida” estabeleceu: os cartórios de registro de imóveis terão cinco anos para digitalizarem seus acervos. Para facilitar o cumprimento da meta, será permitida a dedução da base de cálculo do imposto de renda das despesas efetuadas pelos cartórios com informatização necessária para o registro eletrônico de imóveis. O incentivo tem validade até 2013, com repercussão na declaração de rendas em 2014.
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A medida vem em boa hora, neste Brasil de burocracia cartorial retrógrada. Uma pesquisa de documentos martiriza os cidadãos, faz quem precisa de documentos andar de Herodes a Pilatos, em busca de carimbos e certidões manuscritas. Além de perder tempo, o cidadão ainda paga as pesadas custas cartoriais.
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O todo poderoso ministro Gilmar Mendes, presidente do STF, recebeu em Brasília, o líder GLS curitibano Toni Reis mais a senadora Fátima Cleide, relatora do Projeto de Lei que proíbe no Brasil a discriminação homofóbica. Acompanhava o grupo a desembargadora Maria Berenice Dias, notável por seus pareceres favoráveis a causas de uniões homoafetivas, e outros militantes na causa da plenitude dos direitos humanos.
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