Arquivo de 4 de fevereiro de 2009

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

O campeão norte-americano de natação, símbolo da campanha anti-drogas 2008, Michael Phelps, aqui ornamentado por suas tantas medalhas de ouro olímpico, foi flagrado usando maconha pelo tablóide inglês “News of The World”. Ao contemplar sua invejável forma física, uma alma cândida comentou: “no caso de Phelps, parece que maconha deixa o corpo em forma. Quanto ao rosto, não ajuda nada…”

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Justus, Hoffmann e Requião, titulares do Legislativo, Judiciário e Executivo, ostentam invejáveis e fartas cabeleiras grisalhas, símbolos de elegante maturidade, longe das vulgares tintas coloridas que, na ânsia de rejuvenescer, ridicularizam senhores de “certa idade”. Também cai em desuso a frase: “você está careca de saber”. Júlio Covello fotografou.

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

A curitibana Emilia Wanda retoma a tradição dos pintores naturalistas, viajantes europeus deslumbrados com a natureza do Brasil, que aqui aportaram nos séculos 18 e 19. Suas aquarelas retratam os pássaros da Mata Atlântica. O refinado trabalho soma com as belas paisagens pintadas pelo marido, René Tomczak, mestre dos pincéis. O romance começou na Escola de Belas Artes, em Curitiba. Fale com a artista – emiliawanda@yahoo.com.br

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Regina Helena Afonso Portes, além de vice-presidente do TRE, agora é a corregedora da Justiça Eleitoral do Paraná. Aqui, a desembargadora corregedora, recém empossada, promete inspeção nas doze regiões eleitorais do Estado. Para Regina, “a justiça eleitoral há muito deixou de ser apenas de véspera de eleição”. O triste episódio da “sede vacante” (cadeira vazia) de Londrina - onde o povo escolheu o prefeito e sua vontade foi desrespeitada pelos (longos) prazos e (lentos) modos da Justiça Eleitoral - mostra que a desembargadora tem muito a corrigir. Foto Joel Cerizza.

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Artista plástico e arquiteto, José Gonçalves vive em Londrina, onde foi fotografado em seu ateliê por Carlos Ruggi. Seus trabalhos fazem sucesso nos EUA. Sobre sua arte, Gonçalves disse ao blog: “minhas telas são o retrato do meu mundo… quando pinto, decifro a minha vida e a coloco em exposição, para que mais pessoas sintam comigo o prazer de estar vivo e pulsando em cenas povoadas de otimismo”. Veja mais e encante-se acessando Home e Vitrine.

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

A Hípica Paranaense promove prova-treino para sócios e convidados, de 7 a 9 de fevereiro. Na foto de Simone Mota, Daniel Khury, vice-presidente e ginete sênior, adestra seu belo cavalo branco.

 

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

O fotógrafo curitibano Brasílio Wille retratou a modelo Vivian Noronha, que nasceu em Umuarama, recentemente eleita entre as mais belas hispano-americanas, em concurso no Caribe.

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Ana Emília Greca Pereira e Eduardo Almeida brindaram formatura em publicidade e propaganda pela UniCuritiba.

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Terapeuta holística, Fátima Kubrusly tomou o caminho das Índias. Voga dois meses entre Varanasi, Mumbay, a antiga Bombaim, Coxim e Madurai, no aprendizado de terapias da medicina ayurvédica. Conta o filho Rafael, que ficou em São Luiz do Purunã, cuidando do spa esotérico da família - www.spacoattva.com. Fátima busca sabedoria, onde os Vedas já ensinaram: “o que não se compartilha, se perde”.

          Postado em 04 de fevereiro de 2009, quarta-feira.

Sobre o roteiro do filme “O curioso caso de Benjamin Button” (13 indicações para o Oscar), o crítico da Folha de SP, JP Coutinho escreveu: “O diretor do filme, Fincher, não respeitou o conto de Fitzgerald. Preferiu realizar uma estória grandiloquente sobre a implacável fugacidade do tempo. Ou, se preferirem, sobre a crueldade do destino de Benjamin Button”. E concluiu Coutinho: “esta talvez seja a lição maior: mais triste do que deixar o nosso mundo de experiências e memórias quando a velhice se instala, é morrer vazio, como um bebê, sem levar desse mundo experiência ou memória alguma”. Para pensar em casa e comentar.