Pesquisadores dos EUA do Einstein Medicine College, teriam descoberto o segredo da eterna juventude. Aquele desejado sempre que alguém anelou beber filtros mágicos ou o elixir da longa vida. Estaria nascendo a pílula dos sonhos, descoberta pelos cientistas através a leitura do sangue dos judeus descendentes dos ashkenatzin, remanescentes das populações que viveram a Diáspora na Europa do Leste. Os mesmos que compõe a maioria da comunidade israelita do Paraná.
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Um remédio capaz de assegurar vivermos saudáveis cem anos, sem que nos sintamos um peso. A oportunidade virá de uma nova pílula capaz de fazer-nos esquecer do colesterol, diabetes e mal de Alzheimer.

A promessa surge, segundo a revista Science, do Einstein Institute for Aging Research, de Nova York, numa equipe chefiada pelo geneticista Nir Barzilai. Após análise dos genomas de centenas de longevos judeus da Europa do Leste, o professor Barzilai concluiu que a probabilidade de um ser humano viver 100 anos é de uma em dez mil. Mas os 500 ashekenazitins pesquisados revelaram 20 vezes mais chances de longevidade. Embora muitos fossem obesos, e outros tantos houvessem fumado por mais de 40 anos.
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A nova pílula da juventude – a partir do estudo genético realizado – terá os três gens da longevidade: o colesterol bom, que reduz as moléstias cardíacas, o ictus – ou carvedilol, usado para tratar insuficiência cardíaca congestiva, mais o gen que previne diabetes. Vamos torcer pelo sucesso rápido da pesquisa do professor Barzilai, e que sua descoberta possa logo ser compartilhada com toda a humanidade. Afinal, nos livrar-mos da diabetes, do colesterol, do mal de Alzheimer, o que mais podemos querer?

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